Neste último sábado (15/09), a convite da ABC Mídia, assessoria de imprensa da Bahia Marina, tive a grata honra de acompanhar o 4º Rally Náutico da Bahia.
O Rally foi realizado pelo Yacht Clube da Bahia, Bahia Marina e pela Revista Náutica, com patrocínio do estaleiro das lanchas Focker e apoio do jornal Tribuna da Bahia, com a participação de 38 lanchas.
Com o intuito de difundir ainda mais a competição, foram criadas duas categorias denominadas de Geral e Bahia. A primeira, para premiar as embarcações onde estavam presentes os comandantes mais experientes e de outros Estados, até porque esses competidores participam e promovem esse tipo de esporte há muito mais tempo. A segunda categoria era voltada para os competidores locais, que ainda estão “engatinhando” no esporte, mas que têm muito para crescer: prova disso é a embarcação “No Limite”, primeira na categoria Bahia e segunda na categoria Geral.
A largada começou em torno de 11h30min, em que cada lancha largava em sequência de um em um minuto de diferença. Para melhor entender, o rally náutico da Bahia é como se fosse um rally automotivo de regularidade, em que os carros de trilha fazem parte. No rally náutico, vence quem melhor dominar a sua embarcação e o tempo.
Por ser uma prova de regularidade e de precisão, que tem como objetivo examinar a perícia dos navegadores, nas embarcações há um equipamento de GPS, que registra a passagem nos pontos de controle, na hora marcada e na velocidade prevista pelo regulamento, fazendo com que cada segundo adiantado ou atrasado provoque perda de pontos.
Devo reconhecer que fui surpreendido pela estrutura oferecida para os competidores e convidados, desde a largada até a premiação.
Destaque para o ponto neutro, onde todos os participantes se reúnem em uma escuna para um coquetel com música, bebidas diversas e petiscos para falarem sobre os seus desempenhos na primeira parte do rally.
Depois deste período de muito bate papo e descontração entre os competidores, reinicia o rally, nos mesmos moldes da largada.
O encerramento ocorreu no espaço de festas do Yacht Clube da Bahia, onde fomos recepcionados pela banda de Marcela Martinez, com direito a um buffet bastante requintado e de excelente bom gosto.
Por volta das 18:30h ocorreu a premiação dos campeões das duas categorias. E, logo após a premiação, sem mais delongas, houve o show da banda Batifun.
Segue o resultado:
Geral
1º LUGAR: Equipe Capitão Nelson - Marcelo Sacramento e Marcelo Campos
2º LUGAR: Equipe No Limite – Luis Fernando Souza e Rogério Brandão
3º LUGAR: Equipe Tabanaba – Luis Barcelos e João Bosco
4º LUGAR: Equipe Lupa –João Cerqueira Neto e Vinícius Castro
5º LUGAR: Equipe Focker Silverplayer - Fábio Natanael e Edson Althoff
Bahia
1º LUGAR: Equipe No Limite – Luiz Fernando Souza e Rogério Brandão
2º LUGAR: Equipe Lupa - João Cerqueira Neto e Vinícius Castro
3º LUGAR: Equipe Maria Mar – Orlando Amaral e Ricardo Balazeiro
4º LUGAR: Equipe Luma – Comandante Danielson Costa Lima
5º LUGAR: Equipe Hora Extra – César Mesquita e Luis Souza Neto
Por ser um velejador, não posso deixar de registrar que a estrutura e a recepção deste evento superam, e em muito, aos realizados pelos organizadores de regatas à vela da nossa Bahia. Com um detalhe: o rally teve apenas um único patrocinador, realidade completamente distinta das regatas, como a Aratu-Maragojipe.
Ouso dizer que pretendo participar do 5º Rally Náutico da Bahia, mas desta vez competindo, apesar de ser um empedernido velejador!





Em mais um ato de agressão ambiental registrado na Ilha de Itaparica, foi encontrado na manhã desta sexta-feira (22) um golfinho morto na praia de Gamboa. Segundo biólogos da Organização Socioambientalista PRÓ-MAR, o animal, da espécie sotalia guianensis, possuía diversas marcas na cabeça, que, na avaliação inicial feita, teria sido provocada por rede de pesca. Em outubro de 2011, seis golfinhos foram encontrados mortos na mesma região.

